sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Um pouquinho sobre Rubem Alves

Rubem Alves nasceu em 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, Minas Gerais.
Mestre em Teologia, Doutor em Filosofia, psicanalista e professor emérito da UNICAMP.
Tem três filhos e cinco netas.
Poeta, cronista do cotidiano, contador de histórias, um dos mais admirados e respeitados intelectuais do Brasil.



Rubem Alves
Ama a simplicidade
Ama a ociosidade criativa

Ama a vida, a beleza e a poesia
Ama as coisas que dão alegria
Ama a natureza e a reverência pela vida
Ama os mistérios
Ama a educação como fonte de esperança e transformação
Ama todas as pessoas, mas tem um carinho muito especial pelos alunos e professores
Ama Deus, mas tem sérios problemas com o que as pessoas pesam/e ou dizem a Seu respeito
Ama as crianças e os filósofos-ambos têm algo em comum:fazer perguntas
Ama, ama, ama, ama.......


sábado, 12 de setembro de 2009

Professores que não twittam

Atenção professores!


Dêem uma olhadinha na pesquisa apresentada.
Vamos ficar mais atentos as redes sociais.

A pesquisa que a Faculty Focus fez em julho e agosto deste ano com cerca de 2 mil assinantes e seguidores trouxe revelações interessantes sobre o uso que os educadores fazem da ferramenta de microblogging mais popular do ano: poucos a usam, e os que o fazem declaram desejar ficar em dia com as notícias e tendências e manter o relacionamento (networking) com colegas.

Segundo as respostas obtidas, verificou-se que apenas 30,7% dos participantes, todos professores de ensino superior, usam a ferramenta, principalmente para colaborar com colegas de profissão.

Mas 56,4% declararam nunca tê-la usado, e a explicação pode estar em várias frentes: o Twitter só deslanchou de fato nos primeiros meses deste ano; professores creem que há mais alunos usando o Facebook do que o Twitter; o maior interesse profissional na ferramenta veio de setores como o de marketing de relacionamento etc.

A revelação mais significativa com relação a esse item foi de que um número significativo de educadores (62%) não acredita que a ferramenta tenha utilidade para o ensino superior.

Ainda que a adesão ainda não tenha sido significativa, o quadro ainda pode mudar, pois cerca de 20% dos não-usuários declararam que podem vir a usar a ferramenta para colaborar com colegas de profissão, para se comunicar com alunos e até mesmo como auxiliar à prática de sala de aula.

Na outra ponta estão os 12,9% dos participantes que declararam ter abandonado a ferramenta porque tomava muito tempo ou não viam valor acadêmico, tendo aderido à moda para entender do que se tratava.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

TECNÓFOBO



Trabalho elaborado e apresentado por mim e pela minha colega Alessandra

Curso: Mestrado em Educação

Disciplina: Educação e Tecnologia da Informação

Professor: Dr. Simão Pedro Marinho